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5 dicas de como desenvolver habilidades profissionais

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Cláudio Galleti

Nosso post de hoje é com a professora Anna Cherubina Scofano. Com mais de 20 anos de experiência na área de Gestão Estratégica de Pessoas, ela nos brinda com cinco dicas para iniciarmos uma “viagem planejada” rumo ao sucesso de nossas vidas profissionais e empresariais.

O primeiro passo é definir o “destino”.

Anna diz que o nosso futuro depende de onde queremos chegar. “Qual a nossa meta? Quero empreender? Construir uma empresa Top 10? Quero ocupar um cargo de alta direção em uma multinacional?”, questiona.

Coordenadora acadêmica do curso de Analista de Recursos Humanos, da Fundação Getulio Vargas (FGV), Anna destaca que vivemos a Era do Gerenciamento de Carreiras.  “Gerenciar é sinônimo de planejar, monitorar, aperfeiçoar”, ressalta.

Ela compara a definição da meta à escolha de uma viagem. “A bagagem vai depender do destino. Você levaria roupas de praia para uma temporada nos Alpes Suíços?”, provoca.

O segundo passo é elaborar o “roteiro”.

Depois de definido o “destino”, de acordo com Anna, é preciso saber como vamos chegar lá. Que “rotas” são mais indicadas? Quais “caminhos” serão percorridos? Que habilidades são exigidas? Quais são os nossos pontos fortes?

É a fase da preparação, reforça a coautora do livro “Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas”, da Série “Gestão de Pessoas”, publicada pela FGV. “Nesta etapa, vamos identificar o que precisamos apresentar para termos uma projeção positiva na nossa área de atividade”, comenta.

Na pesquisa, é possível estabelecer os cursos a serem frequentados, os idiomas que devem ser fluentes, os comportamentos empreendedores a serem praticados. Enfim, buscar informações “concretas” sobre o que o mercado requer. “Aqui, é necessário deixar de lado os burburinhos, a boataria, para evitar ficarmos à deriva em um mar revolto e mutante”, declara a especialista.

O terceiro passo é interpretar o “reflexo” do espelho.

Com o “cenário” definido, chegou a hora de lapidar o autoconhecimento. “Eu consigo reconhecer, de forma clara e cristalina, minhas virtudes e meus defeitos? Consigo enxergar qual foi o ponto determinante para fechar uma venda, fidelizar um cliente, ou conquistar a vaga tão sonhada?”, pergunta a pedagoga, com mestrado Gestão de Empresas.

De acordo com a professora Anna, apenas com um “raios-X” detalhado sobre “nós mesmos é que conseguimos evoluir”. Nesse quesito, é importante manter os olhos bem abertos e os ouvidos atentos para captar o que ocorre a nossa volta. “Saber filtrar elogios e críticas é fundamental. Escutar ou buscar opiniões com os mais próximos é outro pilar para estarmos conscientes sobre quem e o que somos”, declara.

O quarto passo é o custo-benefício.

Anna recorda que todo investimento deve ser feito quando é possível vislumbrar o potencial de retorno. “Nem sempre, a melhor viagem é a feita na primeira classe. Mas, toda viagem de primeira classe tem que valer a pena”, filosofa.

A dica é importante na hora de definir cursos, projetos, autoanálises que vamos recorrer para ampliar a visão de mundo, do mercado, sobre as oportunidades de trabalho, para conseguirmos enxergar as oportunidades e podermos “embarcar” nas que nos levem ao destino desejado.

O quinto passo é a realização pessoal.

O quinto passo pode ser o primeiro, alerta a especialista. “Só vale a pena percorrer o roteiro acima descrito, se, ao alcançarmos nosso destino, o ‘sangue ferver’ e houver muitos motivos para celebrar”, afirma. Anna defende que a realização pessoal é a essência da trajetória dos seres humanos neste mundo. “Tenho que fazer o que me satisfaz, o que me deixa feliz, com o sentimento de dever cumprido”, comenta.

Nessa busca pelo “clímax”, no entanto, é preciso sabedoria para administrar as expectativas individuais. “No universo, onde a mudança é a única certeza, temos que estar preparados para alterar as rotas, sem frustrações. Nossas competências não se perdem. Temos que usá-las para desenvolver mais habilidades e nos adaptar às novas demandas do mercado”, frisa a professora.

Autossustentabilidade

Se nada é definitivo, cabe aos empreendedores garantir a autossustentabilidade deles. Anna diz ser um processo complexo, mas fascinante. “Hoje, as organizações valorizam a pró-atividade, a resiliência, o cooperativismo, o trabalho em equipe, o crescimento conjunto, e quem busca ser melhor como pessoa”, destaca ao concluir as indicações de algumas coordenadas para uma “viagem” mais consciente para as pessoas que desejam construir uma carreira longa e próspera.

 

 
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